
4 Anos
Integral até o 4º Semestre

Inglês

Presencial
São Paulo/SP

Mensalidade
e Programa de Bolsas
Rede global para conectar o aluno a experiências e desafios econômicos mundiais.
Formação diferenciada em Data Science, Econometria e Programação em Python.
Formação em Inovação, Gestão Empreendedora e Liderança, além de forte conexão com o ecossistema, preparando o aluno para se diferenciar em sua área de atuação.
Ética, Filosofia e Antropologia para permitir o melhor entendimento das questões econômicas, sociais e políticas.
O aluno Belavista é preparado para atuar diante dos obstáculos estruturais da sociedade brasileira e desafios econômicos globais, desenvolvendo alta capacidade para analisar fenômenos, prever cenários e embasar decisões estratégicas, compreendendo o funcionamento dos mercados, distribuição de recursos e o impacto das políticas públicas e econômicas na sociedade
Com parte das disciplinas em inglês, o curso de Economia da Belavista oferece um alto nível de excelência acadêmica somado a uma experiência prática integrada, para o aluno desenvolver habilidade analítica com visão universal e prosperar em todos os campos das Finanças e Economia.
Ampla Compreensão de Mundo
Dimensão Empreendedora
Teoria Econômica
Históricas
Finanças e Contabilidade
Quantitativas
Teórico-Práticas
Disciplinas Eletivas Eletiva 1 – Libras
Eletiva 2
Eletiva 3
Eletiva 4
Eletiva 5
Eletiva 6
Eletiva 7
Eletiva 8
Eletiva 9
Atividades Extensionistas Nosso corpo docente é composto por professores altamente qualificados,
que possuem vasta experiência acadêmica e profissional em suas áreas de atuação.
O aluno de economia aprende teoria e modelagem econômica e suas aplicações como finanças, ciências de dados e políticas públicas.
Tudo isso em um ambiente de excelente formação
humanística e empreendedorismo.”
Coordenador do curso de Economia

4 Anos
Integral até o 4º Semestre

Inglês

Presencial
São Paulo/SP

Mensalidade
e Programa de Bolsas
Bolsas Mérito Acadêmico
Concedidas com base no desempenho no Processo Seletivo
(Modalidade Vestibular Belavista):
Bolsas Socioeconômicas
Destinadas a candidatos de todas as modalidades de ingresso que demonstrem necessidade financeira e excelente desempenho no Processo Seletivo.
A economia é a ciência que estuda a produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Em outras palavras, ela analisa como indivíduos, empresas e governos tomam decisões para alocar recursos escassos da melhor maneira possível. Os recursos disponíveis (dinheiro, tempo, matérias-primas) são limitados, mas as necessidades humanas são praticamente infinitas. A economia busca entender como fazer escolhas inteligentes diante dessa escassez. A oferta representa a quantidade de um bem ou serviço disponível no mercado, enquanto a demanda reflete o desejo dos consumidores de adquiri-los. O equilíbrio entre esses fatores determina preços e disponibilidade. Uma faculdade de economia é uma instituição de ensino superior que oferece o curso de Ciências Econômicas, formando profissionais capacitados para analisar, interpretar e propor soluções para questões econômicas em diferentes contextos, como empresas, governos e instituições financeiras.
Teoria econômica, além de uma intensa formação em Data Science, Econometria e programação. Estamos formando profissionais com ampla visão de mundo, por isso, o curso oferece uma forte conexão com o mercado e com as diferentes realidades do nosso país. Além disso, nosso curso é bilíngue – com 50% das aulas em inglês.
A infraestrutura moderna e equipada da instituição foi projetada para potencializar o aprendizado, proporcionando aos alunos um ambiente propício ao desenvolvimento acadêmico e profissional. Com turmas reduzidas, a faculdade garante atenção personalizada e acompanhamento próximo do desempenho de cada estudante.
Em resumo, o curso de economia da Faculdade Belavista oferece uma formação abrangente e atualizada, preparando os alunos para enfrentar os desafios do mundo jurídico contemporâneo com competência técnica e visão humanística.
A Belavista nasceu para formar a nova geração de economistas deste país, porque desenvolve o aluno de forma integral em todas as suas dimensões. Além de entregar uma excelente formação técnica, desenvolvemos com profundidade skills e competências emocionais e sociais, além da ampla visão de mundo, formação humana e empreendedora. Nosso foco vai muito além da tão sonhada empregabilidade, pois formamos para que eles se tornem profissionais de destaque e verdadeiros líderes, preparados para fazer diferença em uma sociedade em transformação.
Apesar de sermos um novo projeto na graduação, atuamos há décadas na Educação Executiva. Fomos pioneiros na utilização do Método do Caso, uma metodologia criada em Harvard há mais de 100 anos e utilizada nas melhores universidades do mundo. Nosso background vem do ISE Business School, associado ao IESE Business School, que está há anos no ranking de melhor escola de negócios do mundo pelo Financial Times. Agora, queremos levar toda nossa experiência de anos na formação de grandes líderes e grandes executivos somados à forte conexão com o mercado para a graduação, atuando na formação na nova geração de juristas e economistas deste país.
Somos a primeira graduação no Brasil a aplicar o Método do Caso, criado em Harvard há mais de 100 anos, visando conectar o aluno com casos reais e acelerar a maturidade profissional. Além disso temos um exclusivo Core Curriculum, para desenvolver o aluno das
dimensões humanas e empreendedora. Oferecemos ainda um robusto programa de mentorias personalizada, focado em 15 competências essenciais, que acompanha o aluno em toda a jornada universitária e mesmo após sua entrada no mercado de trabalho.
O valor do curso de Economia na Faculdade Belavista pode variar conforme o período letivo e eventuais programas de bolsas e descontos.
A Belavista se destaca por oferecer uma formação diferenciada, aliando teoria e prática desde o início do curso, com uma abordagem moderna e interdisciplinar. A instituição investe em uma infraestrutura de ponta, corpo docente altamente qualificado e um ensino inovador baseado no Método do Caso.
A faculdade também conta com parcerias estratégicas que possibilitam oportunidades de networking e empregabilidade. Para saber mais sobre valores, bolsas de estudo e condições de pagamento, entre em contato e consulte as formas de ingresso disponíveis.
O mercado de trabalho para economistas é amplo e dinâmico, oferecendo oportunidades em diversos setores e possibilitando atuação em cargos estratégicos. A demanda por profissionais da área é constante, especialmente em momentos de instabilidade econômica, onde empresas e governos precisam de análises e previsões precisas para tomada de decisão.
O mercado financeiro continua sendo um dos principais empregadores de economistas. Bancos, corretoras, fintechs e gestoras de investimentos buscam profissionais para atuar na análise de investimentos, risco e planejamento financeiro. O crescimento das fintechs e do mercado de capitais tem ampliado ainda mais essas oportunidades.
O mercado de trabalho para economistas não se limita ao Brasil. Com a globalização e a digitalização da economia, profissionais com conhecimento em economia internacional, mercados globais e políticas econômicas encontram boas oportunidades em organizações multinacionais e instituições internacionais, como Banco Mundial, FMI e ONU.
O avanço da tecnologia e da inteligência artificial tem aumentado a importância da ciência de dados e econometria no mercado. Profissionais que dominam ferramentas de estatística, programação e modelagem preditiva estão se destacando em áreas como fintechs, big data e consultorias estratégicas.
O setor público segue sendo uma alternativa sólida para economistas, especialmente por meio de concursos públicos para órgãos como o Banco Central, IBGE, BNDES e Ministérios. Além disso, há grande demanda por economistas que possam atuar na formulação e análise de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e social.
Cada vez mais economistas optam pelo empreendedorismo e consultoria como carreira. O conhecimento estratégico e analítico permite que atuem como consultores financeiros, especialistas em gestão de negócios ou mesmo fundadores de startups e empresas de análise econômica.
O mercado de trabalho para economistas é amplo e dinâmico, oferecendo oportunidades em diversos setores e possibilitando atuação em cargos estratégicos.
A demanda por profissionais da área é constante, especialmente em momentos de instabilidade econômica, onde empresas e governos precisam de análises e previsões precisas para tomada de decisão.
O mercado financeiro continua sendo um dos principais empregadores de economistas. Bancos, corretoras, fintechs e gestoras de investimentos buscam profissionais para atuar na análise de investimentos, risco e planejamento financeiro. O crescimento das fintechs e do mercado de capitais tem ampliado ainda mais essas oportunidades.
O mercado de trabalho para economistas não se limita ao Brasil. Com a globalização e a digitalização da economia, profissionais com conhecimento em economia internacional, mercados globais e políticas econômicas encontram boas oportunidades em organizações multinacionais e instituições internacionais, como Banco Mundial, FMI e ONU.
O avanço da tecnologia e da inteligência artificial tem aumentado a importância da ciência de dados e econometria no mercado. Profissionais que dominam ferramentas de estatística, programação e modelagem preditiva estão se destacando em áreas como fintechs, big data e consultorias estratégicas.
O setor público segue sendo uma alternativa sólida para economistas, especialmente por meio de concursos públicos para órgãos como o Banco Central, IBGE, BNDES e Ministérios. Além disso, há grande demanda por economistas que possam atuar na formulação e análise de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e social.
Cada vez mais economistas optam pelo empreendedorismo e consultoria como carreira. O conhecimento estratégico e analítico permite que atuem como consultores financeiros, especialistas em gestão de negócios ou mesmo fundadores de startups e empresas de análise econômica.
O salário de um economista pode variar bastante dependendo da área de atuação e do nível de experiência. Segundo pesquisas de mercado, a remuneração inicial gira em torno de R$ 4.000 a R$ 6.000, podendo ultrapassar R$ 20.000 em cargos de gestão no setor financeiro e consultoria. No setor público, os salários costumam ser atrativos e estáveis, especialmente para cargos de alto nível.
Para se tornar um economista e atuar no mercado de trabalho, é necessário seguir alguns passos fundamentais. A área exige formação acadêmica, conhecimentos técnicos e, em muitos casos, certificações complementares para determinadas especializações.
O primeiro passo para ingressar na área de Economia é cursar a graduação em Ciências Econômicas, que tem duração média de 4 anos e está disponível em diversas universidades públicas e privadas no Brasil. Durante o curso, o estudante aprende fundamentos teóricos e práticos sobre macroeconomia, microeconomia, finanças, estatística, econometria, contabilidade e política econômica.
Além do conhecimento acadêmico, é essencial desenvolver habilidades técnicas que são altamente valorizadas no mercado de trabalho, como:
Análise de dados e estatística – Ferramentas como Excel, Python, R e SQL são muito utilizadas.
Modelagem econômica e econometria – Habilidade para interpretar gráficos, relatórios e projeções.
Conhecimento em mercado financeiro e investimentos – Compreensão sobre ativos financeiros, inflação e juros.
Liderança e pensamento estratégico – Importante para atuar em consultorias, planejamento empresarial e gestão.
O estágio é essencial para quem deseja ingressar no mercado de trabalho. Universidades geralmente exigem estágio supervisionado como parte da formação, e essa é uma ótima oportunidade para ganhar experiência prática em empresas, bancos, consultorias, órgãos públicos e startups.
Para atuar oficialmente como economista, algumas áreas exigem o registro no Conselho Regional de Economia (CORECON), principalmente para quem deseja prestar serviços como consultor econômico ou trabalhar em cargos técnicos do setor público.
Após a graduação, é possível se especializar em áreas específicas por meio de pós-graduações, MBAs e certificações. Algumas das principais certificações para economistas incluem:
CFA (Chartered Financial Analyst) – Para quem quer atuar no mercado financeiro global.
ANBIMA (CPA-10, CPA-20, CEA, CFG) – Essencial para quem deseja trabalhar em bancos e corretoras.
CNPI (Certificação Nacional do Profissional de Investimentos) – Para quem quer atuar como analista de investimentos.
Certificações de Data Science e Análise de Dados – Valiosas para quem quer trabalhar com big data e modelagem estatística.
A economia está sempre mudando, e profissionais da área precisam estar atualizados sobre tendências econômicas, políticas monetárias e inovações tecnológicas. Participar de eventos, cursos e congressos de economia e finanças é fundamental. Além disso, construir uma rede de contatos no setor pode abrir portas para oportunidades profissionais.
O profissional de Economia precisa desenvolver uma combinação de competências técnicas e pessoais para atuar com sucesso no mercado. Aqui estão algumas das principais competências pessoais que fazem a diferença na carreira de um economista:
• Raciocínio lógico e analítico
• Capacidade de interpretar dados, identificar padrões e tomar decisões embasadas.
• Visão estratégica
• Conseguir enxergar o impacto das variáveis econômicas no longo prazo e antecipar tendências.
• Capacidade de resolver problemas
• Enfrentar desafios complexos e buscar soluções eficazes para questões financeiras e econômicas.
• Tomada de decisão sob pressão
• Muitas vezes, os economistas precisam agir rapidamente diante de mudanças no mercado.
Doutor e mestre pela Universidade de São Paulo – USP; Professor de Microeconomia e vice coordenador de Pós-Graduação em Economia na Universidade Federal de São Paulo; Pesquisador de Economia Regional e Urbana, e de Economia da Inovação; Desenvolvedor do projeto de pesquisa da World Intellectual Property Organization da ONU; e autor de artigos para revistas como World Development, Innovation-ManagmentPolicy & Practice, Science Policy and Practice e International Regional Science Review.
Doutor e Mestre pela University of California Santa Cruz – UCSC; Analista de Estudos e Pesquisas do Banco Central do Brasil; Professor do Departamento de Economia da UCSC nos níveis de graduação e pós-graduação disciplinas como Macroeconomia, Finanças e Engenharia Financeira; Pesquisador de Métodos Quantitativos Aplicados à Economia; e autor de artigos para revistas como Journal of International Money and Finance e Journal of Quantitative Methods.
Doutoranda em Teoria Econômica na Universidade de São Paulo – USP; Mestre em Economia pela UNIFESP; Pesquisadora no Grupo de Estudos em Economia da Família e do Gênero (GeFam); Bacharel em Economia pela Fundação Santo André; Artigo Científico premiado em primeiro lugar no XXIV Prêmio WernerBaer de Economia Regional.
Mestre em Políticas Públicas e Professor-instrutor pela Universidade de Chicago,
onde lecionou o curso PPHA 31100 – Coding Lab for Public Policy; Graduado em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro; Experiência como Cientista
de Dados em R e Python; e atuação profissional nos Governos de Minas Gerais
e de São Paulo.
Doutor em História Econômica; Mestre em Economia; Bacharel em História; Professor há mais de 25 anos com experiência em ensino básico, pré-vestibular, graduação, pós-graduação e educação executiva nas áreas de História Econômica, Ética, Liderança e Desenvolvimento; Palestrante com diversas contribuições na mídia; e Autor de coleções didáticas, como “Educação básica, financiamento e autonomia regional: Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Sul, 1850-1930” e “A História como Presente”.
Graduação e Mestrado em Economia pela FGV; Doutor em Economia e Mestre em Teoria Econômica e Econometria pela Escola de Economia de Toulouse, na França; Pesquisador sobre Teoria Microeconômica, Teoria dos Contratos, Desenho de Mecanismos e Desenho de Mercados.
Doutora em Estatística pela Universidade de São Paulo (2024). Possui graduação e mestrado, em Estatística, pelas Universidade Federal Fluminense (2017) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (2019), respectivamente. Foi professora substituta da Universidade Federal Fluminense por 2 anos. Tem experiência em Estatística e Probabilidade Aplicada, com ênfase em Fundamentos de Estatística e Inferência Bayesiana.
Doutor em Economia pela Universidade de São Paulo – USP; Mestre em Economia pela Universidade de Brasília; Bacharel em Economia pela Universidade de Brasília; Trabalha no Departamento de Estudos e Pesquisas do Banco Central do Brasil; e pesquisador com ênfase em Métodos Quantitativos Aplicados à Economia.