...

Histórias Belavista

Histórias reais de quem tem
transformado desafio em excelência

Giulia Pratesi, Economia

A Navarra do Brasil

Bianca Schuller, Direito

Entre livros e esforços silenciosos

Lucas Shimada, Economia

Do piano à Economia

Pedro Leal, Direito

Quando a pergunta certa abriu o caminho

Giulia Pratesi: "A Navarra do Brasil"

Giulia sempre foi curiosa com o mundo, desde pequena. Queria estar em todas as aulas, fazer todas as atividades possíveis: do francês ao hipismo, do balé a qualquer novidade que aparecesse. Filha de militar, cresceu em constante movimento - Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), de volta a Brasília, depois Espanha e, mais tarde, São José dos Campos (SP). Cada mudança trazia novas pessoas e perspectivas, mas foi na Espanha que viveu um marco: uma escola em que o aprendizado ultrapassava os muros da sala de aula. Ali, os dias eram feitos de experiências, trocas e debates. Mais do que estudar, era um processo de formação pessoal.

Por isso, o retorno ao Brasil foi tão difícil. O ambiente escolar parecia reduzir tudo a uma fórmula simples: provas + vestibular = sucesso. Faltava o espaço para amadurecer, para crescer também como pessoa. Essa frustração a fez considerar voltar para a Espanha, chegando a ser aprovada em universidades como Navarra. Mas então conheceu a Belavista. Amigos e familiares falavam sobre a faculdade, e Giulia decidiu investigar. Pesquisou, visitou o campus, percebeu a seriedade do projeto e se encantou. Ali encontrou aquilo que havia sentido na Espanha: a educação como uma formação em todos os aspectos da vida (não só na técnica).

Na Belavista, Giulia descobriu professores que inspiram pelo exemplo, colegas que transformaram a sala em um espaço de troca verdadeira e mentores que a ajudaram a amadurecer também em questões pessoais. Em pouco tempo, a mudança foi evidente: no estágio de verão, após apenas um ano, ouviu que não parecia caloura, mas alguém já pronta para o mercado. Hoje, entende que escolher a Belavista foi mais que uma decisão acadêmica: foi a chance de ser quem sempre quis – alguém que busca excelência não apenas como economista, mas como pessoa. Sua trajetória mostra que a educação pode ser, de fato, um caminho de transformação e propósito.

Não vamos sair apenas profissionais
melhores, mas pessoas melhores.

Bianca: "Entre livros e esforços silenciosos"

Bianca cresceu entre livros e esforços silenciosos. Filha de pais sem ensino superior, viu na mãe - que trabalhava em escola - o exemplo de quem acreditava na educação como caminho de transformação. Desde pequena, o estudo era prioridade. Quando a família se mudou de Osasco para São Paulo, ela estudou em diferentes realidades: escolas públicas e particulares que, cada uma a seu modo, ensinaram muito - sobre disciplina, sobre limites e, principalmente, sobre o valor de não desistir.

Em alguns momentos, sentiu falta de estímulo e de perspectivas; em outros, encontrou professores e colegas que a fizeram sonhar mais alto. Foi essa mistura de experiências que moldou seu olhar para a educação. A mãe, sempre presente, fez o que fosse preciso para garantir novas oportunidades. Assim, Bianca conquistou uma bolsa em um dos melhores colégios de São Paulo – um passo importante no seu amadurecimento.

Na feira de profissões, pensou em Psicologia e Jornalismo – gostava de escrever e de entender pessoas. Mas no segundo ano, um projeto de audiência simulada de arbitragem virou sua bússola. Durante a sustentação jurídica, sentiu algo diferente: o coração acelerado, o raciocínio vivo. Recebeu o prêmio de “destaque do grupo” e saiu com uma pergunta martelando: “Será que é isso?” A resposta veio rápido. Incentivada pela irmã, enviou um e-mail ao escritório que havia participado do projeto. Conseguiu um estágio de férias, ainda no Ensino Médio.

Pouco tempo depois, o mesmo professor que acreditou nela a convidou para o Legal Challenge, uma competição jurídica entre escolas. Bianca topou – e ali, no calor da argumentação, percebeu que tinha encontrado seu lugar. Decidiu que faria Direito.

Hoje, na Faculdade Belavista, ela sente que cada aula confirma essa escolha. Os professores veem potencial, não apenas notas. Foi o caso do professor Renato, que um dia lhe disse: “Você não foi mal na prova, mas pode ser melhor.” Não era cobrança – era confiança. E é nesse clima de confiança que Bianca tem se desenvolvido.

O Método do Caso e o Core Curriculum desafiam o raciocínio, mas também o coração. “Não é lenda esse negócio humano”, ela diz. “Parece que a cabeça abre.” Entre filosofia, debates e mentorias, Bianca aprendeu que o Direito é mais do que normas e textos – é um modo de compreender o mundo e as pessoas.

Você não foi mal na prova, mas pode ser melhor

Lucas Shimada: "Do piano à Economia"

Lucas Shimada sempre foi movido pela busca de excelência. Descobriu aos 15 anos, quando começou a tocar piano. Em pouco tempo, recebeu elogios que o incentivaram a mergulhar nos estudos com intensidade. Hoje, não só domina o instrumento como também ensina seus três irmãos mais novos, que seguiram seus passos.

Após terminar o ensino médio em 2021, passou por diferentes experiências em faculdades, mas nenhuma delas despertava nele o verdadeiro desejo de aprender. Sentia falta de um ambiente que o estimulasse de fato. Interessava-se por muitas áreas ao mesmo tempo – geografia, matemática, física e música – e buscava um curso que pudesse reunir esses mundos. Tentou administração, mas percebeu que não era o seu perfil. Economia, por outro lado, parecia desafiadora demais naquele momento.

Foi apenas em 2023, ao conhecer o professor Veneziano Araújo, que encontrou uma direção. Nessa conversa, descobriu o projeto da Faculdade Belavista: formar a elite intelectual do Brasil, com seriedade e rigor. O que mais o surpreendeu foi perceber que a proposta era ainda maior do que imaginava. A arquitetura pensada para a educação, o piano disponível na faculdade e a seriedade dos professores confirmavam o que ele buscava.

Uma das experiências que mais marcaram sua trajetória até agora foi aprender – de fato, na prática – gestão do tempo com o professor Nélio, que transformou sua rotina de estudos. Desde então, Lucas tem alcançado avanços notáveis: aprimorou seu inglês, aprofundou suas habilidades matemáticas e percebeu que aprender com esforço dá muito mais significado ao conhecimento. Não se trata apenas de decorar regras, mas de compreender a fundo o porquê das coisas.

Na Belavista, encontrou exatamente o que procurava: um espaço que exige seriedade, dedicação e visão de grandeza. Para Lucas, essa exigência é um privilégio. Ele quer sair da faculdade não apenas como um economista competente, mas como um profissional ético, capaz de fazer a diferença no mundo.

Sair da faculdade não apenas como um economista competente, mas como um profissional ético, capaz de fazer a diferença no mundo.

Pedro Leal: "Quando a pergunta certa abriu o caminho"

Pedro nasceu em São Carlos, o caçula de quatro irmãos - todos engenheiros. Cresceu acreditando que esse também seria o seu destino, até que no Ensino Médio começou a se apaixonar pelas Humanas. Foi nesse momento que surgiu a pergunta que mudaria seu caminho: seguir a tradição da família ou arriscar algo diferente?

Foi nesse período que um amigo fez uma pergunta simples, mas decisiva: “Pedro, você já pensou em fazer Direito?”. A ideia abriu uma porta que ele não havia considerado, pois o curso reunia justamente a intersecção das matérias que mais o interessavam. Pouco tempo depois, esse mesmo amigo lhe apresentou a Faculdade Belavista, ainda em fase de implantação. Pedro pôde conhecer o projeto antes mesmo de ser anunciado publicamente: assistiu a vídeos sobre o prédio, conheceu os professores e descobriu o método do caso.

No terceiro colegial, continuou focado nas faculdades públicas, mas decidiu se inscrever também no processo seletivo da Belavista. Quando veio a São Paulo pela primeira vez, conheceu de perto o espaço, o método de Harvard e, principalmente, as pessoas. A recepção calorosa de professores como Gláucia e Ricardo, que já sabiam seu nome e parte de sua história, marcou profundamente sua escolha. De volta a São Carlos, disse aos pais com convicção: “Se eu passar na Belavista, é para cá que eu vou”.

Mesmo sendo aprovado em outras universidades, Pedro optou pela Belavista. A experiência do processo seletivo mostrou a ele que aquele modelo de ensino – personalizado, exigente e humano – era exatamente o que buscava para se formar como jurista. Hoje, no segundo ano do curso de Direito, ele confirma que não poderia ter tomado uma decisão melhor. Para Pedro, a Belavista não é apenas uma faculdade de excelência, mas um lugar que prepara, de forma integral, para os desafios da vida adulta e profissional:



Não vamos sair apenas profissionais melhores, mas pessoas melhores