FACULDADE BELAVISTA NO RIO DE JANEIRO

Além do diploma: qual o papel da Universidade na formação de um jovem do século XXI?

Participe desse evento exclusivo:
Dia 06 de maio, às 18h30, na ⁠⁠FMA - Av. das Américas, 3434

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Convidamos você para um encontro exclusivo da Faculdade Belavista no Rio de Janeiro

Neste evento, vamos refletir sobre um dos temas mais urgentes da educação contemporânea:
Qual é, de fato, o papel da universidade na formação de um jovem no mundo de hoje?

Será uma oportunidade para conhecer de perto a proposta da Belavista, uma instituição que une excelência acadêmica, formação humanística e preparação para os desafios reais da sociedade.

Além do diploma: qual o papel da Universidade na formação de um jovem do século XXI?

A maioria das faculdades forma técnicos. Ensina o que fazer, mas não ensina a pensar sobre por que fazer. O resultado são profissionais competentes e intelectualmente frágeis. Nesta palestra, vamos discutir o que muda quando a formação universitária inclui filosofia, ética e literatura ao lado do direito e da economia – e por que isso é uma necessidade.

Rio de Janeiro

Av. das Américas, 3434 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ

Coordenador do Core Curriculum da Faculdade Belavista. Doutor em Filosofia pela UFRJ; Mestre em Direito pela Universidade de São Paulo – USP

Mais de 50 anos na formação de excelência

Faculdade Belavista, graduação de Direito e Economia, das renomadas instituições CEU LAW School, que há décadas atua na formação de executivos na área jurídica e do ISE Business School, associado ao IESE Business School, considerada uma das melhores escolas de negócios do mundo,– apresenta sua proposta para a formação humanística de grande impacto transformador, para formar futuros juristas e economistas do país, com ampla visão do mundo e talento para serem protagonistas frente aos desafios da sociedade.

Programação

Convidamos você para um evento exclusivo. Nele, vamos apresentar os valores que nos guiam, nossas metodologias de ensino e o processo seletivo — reconhecido como um dos mais exigentes do país.

Será uma oportunidade para conhecer de perto uma instituição comprometida com a formação de uma nova geração de profissionais. Aqui, acreditamos que o conhecimento técnico é essencial, mas que a postura ética e a capacidade de compreender o ser humano são decisivas para o verdadeiro sucesso.

19h

Coffee Break

19h30

Palestra

20h15

Apresentação da Faculdade Belavista

20H30

Fim do evento

Uma experiência que transforma

Histórias reais de quem tem transformado desafio em excelência

Direito e Economia para quem quer mais

Garanta sua participação

As vagas são limitadas.

Participe deste encontro e descubra uma nova forma de pensar a universidade e o futuro.

Nélio Rodrigues Póvoa Neto

Pessoa e Cultura / Coordenador do Programa de Mentoria

Doutorando em Governo e Cultura das Organizações pela Universidade de Navarra, na Espanha; Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; LL.M. em Direito Empresarial pelo CEU Law School; Professor na Faculdade Belavista e no CEU Law School; Cofundador da Omentië – Cultura e Formação Personalista; Coordenador de Pessoas & Cultura e do Programa de Mentoria da Faculdade Belavista.

Renato José de Moraes

Coordenador de Humanidades

Doutor em Filosofia pela UFRJ; Mestre em Direito pela Universidade de São Paulo – USP; Coordenador e professor do curso de filosofia em Uningá; e Diretor da Academia Atlântico.

Giulia Pratesi: "A Navarra do Brasil"

Giulia sempre foi curiosa com o mundo, desde pequena. Queria estar em todas as aulas, fazer todas as atividades possíveis: do francês ao hipismo, do balé a qualquer novidade que aparecesse. Filha de militar, cresceu em constante movimento - Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), de volta a Brasília, depois Espanha e, mais tarde, São José dos Campos (SP). Cada mudança trazia novas pessoas e perspectivas, mas foi na Espanha que viveu um marco: uma escola em que o aprendizado ultrapassava os muros da sala de aula. Ali, os dias eram feitos de experiências, trocas e debates. Mais do que estudar, era um processo de formação pessoal.

Por isso, o retorno ao Brasil foi tão difícil. O ambiente escolar parecia reduzir tudo a uma fórmula simples: provas + vestibular = sucesso. Faltava o espaço para amadurecer, para crescer também como pessoa. Essa frustração a fez considerar voltar para a Espanha, chegando a ser aprovada em universidades como Navarra. Mas então conheceu a Belavista. Amigos e familiares falavam sobre a faculdade, e Giulia decidiu investigar. Pesquisou, visitou o campus, percebeu a seriedade do projeto e se encantou. Ali encontrou aquilo que havia sentido na Espanha: a educação como uma formação em todos os aspectos da vida (não só na técnica).

Na Belavista, Giulia descobriu professores que inspiram pelo exemplo, colegas que transformaram a sala em um espaço de troca verdadeira e mentores que a ajudaram a amadurecer também em questões pessoais. Em pouco tempo, a mudança foi evidente: no estágio de verão, após apenas um ano, ouviu que não parecia caloura, mas alguém já pronta para o mercado. Hoje, entende que escolher a Belavista foi mais que uma decisão acadêmica: foi a chance de ser quem sempre quis – alguém que busca excelência não apenas como economista, mas como pessoa. Sua trajetória mostra que a educação pode ser, de fato, um caminho de transformação e propósito.

Não vamos sair apenas profissionais
melhores, mas pessoas melhores.

Bianca: "Entre livros e esforços silenciosos"

Bianca cresceu entre livros e esforços silenciosos. Filha de pais sem ensino superior, viu na mãe - que trabalhava em escola - o exemplo de quem acreditava na educação como caminho de transformação. Desde pequena, o estudo era prioridade. Quando a família se mudou de Osasco para São Paulo, ela estudou em diferentes realidades: escolas públicas e particulares que, cada uma a seu modo, ensinaram muito - sobre disciplina, sobre limites e, principalmente, sobre o valor de não desistir.

Em alguns momentos, sentiu falta de estímulo e de perspectivas; em outros, encontrou professores e colegas que a fizeram sonhar mais alto. Foi essa mistura de experiências que moldou seu olhar para a educação. A mãe, sempre presente, fez o que fosse preciso para garantir novas oportunidades. Assim, Bianca conquistou uma bolsa em um dos melhores colégios de São Paulo – um passo importante no seu amadurecimento.

Na feira de profissões, pensou em Psicologia e Jornalismo – gostava de escrever e de entender pessoas. Mas no segundo ano, um projeto de audiência simulada de arbitragem virou sua bússola. Durante a sustentação jurídica, sentiu algo diferente: o coração acelerado, o raciocínio vivo. Recebeu o prêmio de “destaque do grupo” e saiu com uma pergunta martelando: “Será que é isso?” A resposta veio rápido. Incentivada pela irmã, enviou um e-mail ao escritório que havia participado do projeto. Conseguiu um estágio de férias, ainda no Ensino Médio.

Pouco tempo depois, o mesmo professor que acreditou nela a convidou para o Legal Challenge, uma competição jurídica entre escolas. Bianca topou – e ali, no calor da argumentação, percebeu que tinha encontrado seu lugar. Decidiu que faria Direito.

Hoje, na Faculdade Belavista, ela sente que cada aula confirma essa escolha. Os professores veem potencial, não apenas notas. Foi o caso do professor Renato, que um dia lhe disse: “Você não foi mal na prova, mas pode ser melhor.” Não era cobrança – era confiança. E é nesse clima de confiança que Bianca tem se desenvolvido.

O Método do Caso e o Core Curriculum desafiam o raciocínio, mas também o coração. “Não é lenda esse negócio humano”, ela diz. “Parece que a cabeça abre.” Entre filosofia, debates e mentorias, Bianca aprendeu que o Direito é mais do que normas e textos – é um modo de compreender o mundo e as pessoas.

Você não foi mal na prova, mas pode ser melhor

Lucas Shimada: "Do piano à Economia"

Lucas Shimada sempre foi movido pela busca de excelência. Descobriu aos 15 anos, quando começou a tocar piano. Em pouco tempo, recebeu elogios que o incentivaram a mergulhar nos estudos com intensidade. Hoje, não só domina o instrumento como também ensina seus três irmãos mais novos, que seguiram seus passos.

Após terminar o ensino médio em 2021, passou por diferentes experiências em faculdades, mas nenhuma delas despertava nele o verdadeiro desejo de aprender. Sentia falta de um ambiente que o estimulasse de fato. Interessava-se por muitas áreas ao mesmo tempo – geografia, matemática, física e música – e buscava um curso que pudesse reunir esses mundos. Tentou administração, mas percebeu que não era o seu perfil. Economia, por outro lado, parecia desafiadora demais naquele momento.

Foi apenas em 2023, ao conhecer o professor Veneziano Araújo, que encontrou uma direção. Nessa conversa, descobriu o projeto da Faculdade Belavista: formar a elite intelectual do Brasil, com seriedade e rigor. O que mais o surpreendeu foi perceber que a proposta era ainda maior do que imaginava. A arquitetura pensada para a educação, o piano disponível na faculdade e a seriedade dos professores confirmavam o que ele buscava.

Uma das experiências que mais marcaram sua trajetória até agora foi aprender – de fato, na prática – gestão do tempo com o professor Nélio, que transformou sua rotina de estudos. Desde então, Lucas tem alcançado avanços notáveis: aprimorou seu inglês, aprofundou suas habilidades matemáticas e percebeu que aprender com esforço dá muito mais significado ao conhecimento. Não se trata apenas de decorar regras, mas de compreender a fundo o porquê das coisas.

Na Belavista, encontrou exatamente o que procurava: um espaço que exige seriedade, dedicação e visão de grandeza. Para Lucas, essa exigência é um privilégio. Ele quer sair da faculdade não apenas como um economista competente, mas como um profissional ético, capaz de fazer a diferença no mundo.

Sair da faculdade não apenas como um economista competente, mas como um profissional ético, capaz de fazer a diferença no mundo.

Pedro Leal: "Quando a pergunta certa abriu o caminho"

Pedro nasceu em São Carlos, o caçula de quatro irmãos - todos engenheiros. Cresceu acreditando que esse também seria o seu destino, até que no Ensino Médio começou a se apaixonar pelas Humanas. Foi nesse momento que surgiu a pergunta que mudaria seu caminho: seguir a tradição da família ou arriscar algo diferente?

Foi nesse período que um amigo fez uma pergunta simples, mas decisiva: “Pedro, você já pensou em fazer Direito?”. A ideia abriu uma porta que ele não havia considerado, pois o curso reunia justamente a intersecção das matérias que mais o interessavam. Pouco tempo depois, esse mesmo amigo lhe apresentou a Faculdade Belavista, ainda em fase de implantação. Pedro pôde conhecer o projeto antes mesmo de ser anunciado publicamente: assistiu a vídeos sobre o prédio, conheceu os professores e descobriu o método do caso.

No terceiro colegial, continuou focado nas faculdades públicas, mas decidiu se inscrever também no processo seletivo da Belavista. Quando veio a São Paulo pela primeira vez, conheceu de perto o espaço, o método de Harvard e, principalmente, as pessoas. A recepção calorosa de professores como Gláucia e Ricardo, que já sabiam seu nome e parte de sua história, marcou profundamente sua escolha. De volta a São Carlos, disse aos pais com convicção: “Se eu passar na Belavista, é para cá que eu vou”.

Mesmo sendo aprovado em outras universidades, Pedro optou pela Belavista. A experiência do processo seletivo mostrou a ele que aquele modelo de ensino – personalizado, exigente e humano – era exatamente o que buscava para se formar como jurista. Hoje, no segundo ano do curso de Direito, ele confirma que não poderia ter tomado uma decisão melhor. Para Pedro, a Belavista não é apenas uma faculdade de excelência, mas um lugar que prepara, de forma integral, para os desafios da vida adulta e profissional:



Não vamos sair apenas profissionais melhores, mas pessoas melhores